Por Administradores.com
Um cliente que se sentiu lesado, um ativista que denunciou práticas que lhe soaram condenáveis ou, simplesmente, uma estratégia mal pensada. Essas foram apenas algumas das causas das várias "catástrofes" empresariais que presenciamos nos últimos doze meses. E, entre todas elas, um importante fato em comum: a origem e/ou suas consequências se desenrolaram nas redes sociais.
Com tantos exemplos e tanta gente falando sobre isso, parece até lugar comum tocar nesse assunto. E talvez até seja. Mas, apesar de tanta discussão, será que é um tema esgotado? A prática diz que não. Embora não faltem exemplos de como não agir, sobram casos de marcas cometendo os mesmos erros.
Na era das hiperconexões, há sempre alguém online, com disposição para opinar e arrebanhar apoio a uma causa, seja ela a indignação com uma empresa que prestou um mal serviço ou o simples desejo de conseguir fama com um vídeo engraçado. E é aí que mora o grande perigo para as empresas. Muitas cegam diante da possibilidade de viralizar uma campanha e acabam enfiando os pés pelas mãos, transformando aquela massa de adoradores que esperavam conseguir em uma destruidora mídia negativa.


