terça-feira, 13 de março de 2012

"O executivo precisa ver com os olhos do consumidor"



Do Estadão.com.br

SÃO PAULO - No momento em que o Brasil vive um momento de ascensão no cenário internacional, com a chegada de diversas empresas estrangeiras ao País, a construção de valor de novas marcas exige uma estratégia firme e bem definida. Segundo Jagdish Sheth, professor da Emory University e coautor do livro Os Segredos das Empresas Mais Queridas (Editora Bookman), a estratégia de recursos humanos precisa combinar dois tipos de profissionais: gerentes nacionais e executivos locais capazes de trabalhar juntos, adaptando as metas de um grande grupo à realidade de uma nova cultura.

Transformar uma marca novata em produto desejado passa por um processo de catequização do consumidor que envolve as áreas de desenvolvimento, distribuição e marketing. Para o professor, as empresas japonesas e coreanas conseguiram, nas últimas décadas, passar de alternativas a desejos de consumo. "A empresa precisa ser capaz de criar algo novo e único", diz, citando os exemplos de Toyota e Samsung.
Leia a seguir os principais trechos da entrevista com Sheth, que virá a São Paulo no fim do mês para participar do Fórum HSM Gestão e Liderança:
Existe uma fórmula para criar uma empresa querida para o consumidor?
Há duas estratégias diversas. Para empresas de serviços, tudo começa no funcionário. Eles são o produto, de certa maneira. São eles que vão reverberar o conceito da empresa na comunidade. Nas empresas industriais, o núcleo é o produto propriamente dito, que precisa ser bastante amigável aos olhos do consumidor. E o melhor exemplo disso atualmente é a Apple.

quarta-feira, 7 de março de 2012

ONU realiza ação de apoio a mulheres em liderança de empresas


Da ONU

O Compromisso com os Princípios sobre Empoderamento de Mulheres foi firmado nos últimos dois anos; cerca de 400 empresas já aderiram à proposta em todo o mundo, incluindo firmas brasileiras.

Foto: Banco Mundial
Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.
Cerca de 400 executivos-chefes (CEO, na sigla em inglês), em todo o mundo, anunciaram seu compromisso em implementar os “Príncípios de Empoderamento de Mulheres”. A proposta das Nações Unidas vem sendo firmada com os empresários nos últimos dois anos.
Pela iniciativa, os chefes que aderem à meta de praticar a igualdade de gênero dentro das empresas, dando as mesmas chances de promoção para homens e mulheres.
Parceria
Os resultados da parceria das empresas com as Nações Unidas foram anunciados num evento, em Nova York, na presença do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, e da chefe da entidade ONU Mulheres, Michelle Bachelet. Foi o 4º Evento Anual “Igualdade Significa Negócio”.
Desde o lançamento, em 2010, com o apoio do Secretário-Geral, a iniciativa já foi realizada em empresas do Brasil, da África do Sul, da Nova Zelândia e do Japão entre outros países.
Uma das propostas é também aumentar o acesso de meninas e mulheres a cursos de ciência e tecnologia. Um outro objetivo dos Princípios de Empoderamento de Mulheres é a meta de alcançar pelo menos 30% de executivas nas empresas participantes.
Ainda de acordo com os princípios, a participação feminina nos negócios é fundamental na construção de economias fortes e sociedades mais justas.
A iniciativa é gerenciada em conjunto pelo Pacto Global e pela ONU Mulheres.

Fonte: http://migre.me/8cql9

terça-feira, 6 de março de 2012

Exemplo de superação

Grande exemplo de superação veiculado no Jornal Nacional de 05 de março de 2012. Vale para todos nós!



sexta-feira, 2 de março de 2012

Atitudes que devem ser evitadas ao começar a trabalhar em uma empresa



Mudar de emprego é, na maior parte dos casos, um momento que traz novas perspectivas, uma oportunidade de fazer diferente e evoluir na carreira. Contudo, alertam especialistas consultados pelo portal InfoMoney, algumas atitudes tomadas logo nos primeiros dias podem “queimar o filme” do profissional na nova empresa.

De acordo com o diretor de projetos da Bazz Estratégia e Operação de RH (Recursos Humanos), Edvaldo Rodrigues, neste momento, o melhor a fazer é manter uma postura de cautela, observando o ambiente, a postura dos colegas e da chefia.
A gerente executiva da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Priscilla Telles, concorda e afirma: “o momento é de observação”.
Atitudes
Abaixo algumas atitudes que devem ser evitadas nos primeiros dias em um novo emprego:
1 – Arrogância. Em nenhum momento ser arrogante é aconselhável, porém, nos primeiros dias em uma nova empresa, a atitude pode causar antipatia nos colegas e o sentimento, muitas vezes, é irreversível.
2 - Falar demais. Falar demais ou ser extrovertido demais também pode ser complicado, visto que a pessoa ainda não conhece os costumes da empresa. Neste caso, reforçam os especialistas, vale o conselho anterior: observe!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Empregabilidade X Idiomas


Uma pesquisa realizada pela Ascend RH revelou que os executivos de média gerência perdem oportunidades de emprego por não serem fluentes em inglês. De acordo com a consultoria, a estimativa é que cerca 80% dos candidatos são reprovados por não terem o conhecimento desejado no idioma.

Entre as áreas que mais sofrem com o problema, estão TI (Tecnologia da Informação), Logística, Produção, Contabilidade, Comercial e Recursos Humanos.
Fator decisivo de eliminaçãoA sócia da Ascend RH, Andréa de Paula Santos, explica que ter cursado MBA e pós-graduação aparecem, em muitos casos, como um requisito não eliminatório, ao contrário do idioma, que reprova automaticamente o candidato em uma seleção.
A especialista conta que, entre os clientes da empresa, apenas um exige mestrado ou doutorado; já ter conhecimento em inglês é uma exigência comum a todos.
“Não adianta investir em especializações e afins e querer fazer parte do mercado sem ter o básico. O idioma nunca foi tão necessário - 100% das oportunidades com que trabalhamos têm isso como exigência”.
Por fim, ela declara que o mais surpreendente nos dados é o fato de serem candidatos preparados do ponto de vista técnico e acadêmico, mas que pecam na formação em um momento em que o Brasil é o foco das atenções.

Fonte: http://migre.me/84oNA

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Quanto tempo vou permanecer num mesmo emprego?


Do Administradores.com


A Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, realizou um novo estudo com base na mais recente edição da Pesquisa dos Executivos e identificou que de acordo com os dados, houve uma queda no tempo mínimo que o recrutador julga que um profissional deva permanecer em uma empresa. A pesquisa contou com a participação de 46.067 respondentes.
Conforme aponta o estudo, o tempo mínimo avaliado pelos recrutadores é de 2,9 anos, sendo que em 2009 essa mediana era de 3,5 anos, e se mantinha estável desde 2005.
É interessante destacar que os valores mudam expressivamente de acordo com a idade dos recrutadores. Nesse ponto há uma divisão entre os mais jovens, em que a maioria acredita que um período de pelo menos 2,3 anos seja adequado, e os mais maduros, que apostam em uma estabilidade maior, com 4,4 anos de permanência nas empresas.